
Foi aberta no dia 12 de agosto, no Expominas, a 3ª Fenapel – Feira Nacional de Papelaria, Escritório, Informática e Livraria. Este é um segmento de grande importância sócio-econômica, que movimenta no Brasil R$ 4 bilhões por ano, com mais de 6.800 pontos de venda em Minas Gerais, gerando receita e milhares de empregos. A feira deste ano está 15 por cento menor em relação ao ano passado. O setor tem sido profundamente afetado pela crise econômica e pela gripe suína. A crise, ao atingir a sociedade indistintamente, comprometeu o melhor momento desse setor, que é o início do ano letivo. A gripe, ao gerar incertezas quanto à retomada do semestre letivo, também afetou as áreas de papelaria, informática e livraria. As circunstâncias temporais são desfavoráveis. Mas, este é um setor da economia extremamente perseverante. Enquanto grande parte se intimidou, cancelou suas feiras e eventos, a Fenapel ousou, foi em frente, partiu para o Expominas, e, com o apoio da Câmara de Diretores Lojistas de Belo Horizonte, inovou abrindo espaço também para o setor de brinquedos e presentes. Até o dia 15 de agosto, além de oportunizar aos expositores de seis estados e visitantes, fazerem bons contratos comerciais, a Fenapel está discutindo o novo paradigma mercadológico do pós-crise econômica. Palestras e mini-cursos estão sendo realizados com foco no fomento e expansão comercial. Constam da programação temas importantes como: “Quando o conflito ajuda a crescer”; “Marketing Pessoal, Atitudes Vencedoras”; “Gestão de Estoques: Administrando o Mix de Produtos”. A expectativa é de que a feira permita negócios na ordem de R$14 milhões neste ano